Che Guevara, um assassino cruel e sanguinário

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Che Guevara treinou e comandou pelotões de fuzilamento que executaram milhares de homens, mulheres e crianças considerados inimigos do povo pelo novo regime de Fidel Castro – ser “inimigo” seria um conceito absolutamente subjetivo e não havia qualquer julgamento.

Certa vez, ele colocou uma bala na cabeça de um companheiro de guerrilha, sob suspeita de deslealdade. Em 1964, na Assembléia Geral das Nações Unidas, ele assumiu as práticas de fuzilamento com orgulho numa frase que se tornou célebre: “Fuzilamentos? Sim! Fuzilamos e continuaremos fuzilando!”.

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. José Vilasuso, um cubano que na época era promotor dos julgamentos, estima que Che foi responsável por mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.

Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.

O jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro “Yo Soy El Che!” que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892. O fato inegável é que ele matou muita, muita gente. E a maior parte por motivos banais.

Che Guevara

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