Direitos Humanos: Esterco da vagabundagem

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Todo aquele que resolve conduzir uma discussão pública sobre criminalidade do ponto de vista do criminoso, tecendo considerações sobre se sua condição é ou não “vida difícil e falta de oportunidades” e se esta lhe acarreta ou não dilemas morais e até mesmo sofrimento, devendo portanto o marginal ser visto com certa comiseração e como alguém que precisa de ajuda, está na melhor das hipóteses se comportando como quem pretende discutir o estupro do ponto de vista e sob a perspectiva do estuprador , focando na demagogia de “cultura de estupro, sociedade ensina que pode estuprar” e, na péssima condição do sistema carcerário e de sua incapacidade de promover uma hipotética (e para nós, duvidosa e asquerosa) recuperação e reinserção dos mesmos na sociedade.

Pois assim como o problema da violência e da criminalidade tem que ser tratado do ponto de vista de quem está de fora dos presídios e nunca terá motivos para estar em um, como é o caso da maioria das pessoas, da mesma forma a única discussão pública cabível sobre estupro é aquela feita do ponto de vista das principais vítimas dessa prática insidiosa, que são mulheres e crianças. Quem faz uma abordagem do estupro fora desse pano de fundo, quando não é um canalha de esquerda, está apenas se mostrando um ingênuo e um tolo que caiu fácil na armadilha gramsciana da inversão de valores, ao mesmo tempo em que acredita ingenuamente estar exibindo independência intelectual.

Direitos Humanos representa a inversão de valores na sociedade, cidadão de bem e policiais feridos ou mortos não tem direito ao Estado, bandidos são defendidos pelos Direitos Humanos como ”vítimas da sociedade”

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