10 grandes mentiras do feminismo

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“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.”

João 8:44

 

  • 1) 1/4 das universitárias foram violadas ou foram vítimas de tentativa de violação.

Facto: Eis uma crítica interessante ao estudo que originou o mito dos 1/4 (ainda propagado por organizações feministas)levado a cabo por Christina Sommers da Clark University. Ela ressalva que o estudo fazia perguntas do tipo:

Alguma vez tiveste relações sexuais indesejadas devido ao facto do homem te ter oferecido drogas ou álcool?

Uma resposta afirmativa contava como “violação”. Por outras palavras, a mulher que estivesse arrependida dum encontro só de uma noite (“one night stand”), depois de ter passado o serão a beber, era contabilizada como “vítima de violação”.

A natureza ambígua das perguntas e a sua definição inclusiva torna-se evidente após levarmos em conta as seguintes estatísticas:

  • Apenas 27% das mulheres que Koss identificou como vítimas de violação identificaram-se a elas mesmas como vítimas de violação. Elas tinham sido “violadas” e nem sabiam.
  • 42% das “vítimas” voltaram a ter encontros sexuais com o suposto violador.

Claramente, algo está errado com a metodologia levada a cabo pelas feministas.

  • 2) Só 2% (ou 8%) das alegações de violação são falsas.

Facto: Katz e Mazur analisaram os estudos a partir de 1956 e estes dados mostraram que as falsas alegações de violação variavam entre 1% até os 25%. Allison and Wrightsman escolheram o estudo que mais lhes interessava.

Michelle Anderson da “Villanova University Law School” reportou em 2004 que “nenhum estudo foi alguma vez publicado que forneça uma base evidencial para a tese de que apenas 2% das alegações de violação são falsas.”

  • 3) As mulheres ganham 77 cêntimos por cada dólar que os homens ganham.

Facto: A verdade dos factos é que a “falha salarial” desaparece quando se levam em conta factores como tipos de qualificação, anos no mercado de trabalho, disponibilidade para viajar (requisitos de viagem), níveis de trabalhos físicos, e riscos para a vida e membros.

Como dito neste texto, não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há “descriminação”.

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia – ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

  • 4) Os homens nunca foram forçados a pagar pensão alimentícia para filhos que não são biologicamente seus.

Ai não?

Homem que processou a sua antiga esposa depois de pagar pensão alimentícia a duas crianças resultantes de encontros amorosos que ela teve com o amante, perdeu o seu recurso no High Court.

De modo unânime, os juízes determinaram que a fraude paternal trazida ao tribunal por Liam Neale Magill havia falhado.

Segundo os juízes, não havia ocorrido nenhuma decepção no facto da mulher ter gerado dois filhos de outro homem, mas ter forçado o ex-marido a pagar a pensão alimentícia a crianças que não eram suas.

Mas o que levou a mulher a admitir a fraude não foi a consciência pesada mas sim a ciência:

Em Abril de 2000, um teste de ADN determinou que o sr Magil não era o pai do rapaz nem da criança.

Subsequentemente [isto é, DEPOIS do teste de paternidade], a vítima do patriarcado opressivo, forçada a ficar em casa a tomar conta dos filhos enquanto o marido se ia divertir com várias amantes mulher admitiu ter iniciado um relacionamento sexual com outro homem logo após o nascimento do primeiro filho.

Incrível.

Pior que isso, é que muitos homens actuais estão a sustentar crianças que podem muito bem não ser suas. As mães que traíram os maridos estão bem cientes que há essa hipótese mas nada dizem sob pena de serem expostas como aquilo que são: adúlteras.

  • 5) As mulheres foram oprimidas pelos “homens” e pelo “patriarcado” durante quase 5,000 anos.

Facto: o melhor amigo da mulher foi, é e sempre vai ser o patriarcado Cristão (o grande inimigo das feministas). A escritora do link de cima diz:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental – a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.

Para além disso, e apesar do que as feministas dizem umas às outras, não há alternativa funcional ao patriarcado. Todas as grandes civilizações da história conhecida foram patriarcais.

Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.

Como sempre acontece, a história está contra o feminismo.

  • 6) As distinções de género são socializadas (pelo patriarcado) e não biológicas.

Facto: Antes de mais, convém saber uma coisa muito importante: a maior parte das pessoas (homens e mulheres) que propagam o mito da “igualdade de género” são professores de “Estudos Femininos” e “Literatura Inglesa” e afins – não pessoas com qualificações em Biologia. Portanto a sua palavra vale o que vale.

Mas isto por si só não é argumento contra a tese de que as diferenças entre homens e mulheres são “construções sociais”.

Este texto revela que há aptidões e gostos que são inatos ao sexo de cada um – e não algo aprendido com a socialização.

Pesquisadores de “City University” colocaram uma gama de brinquedos a cerca de um metro de 90 crianças com idades entre os nove meses até aos 36 meses. Posteriormente gravaram o tipo de brinquedos com os quais eles brincavam e durante quanto tempo.

Eles puderam verificar que os rapazes passavam a maior parte do tempo a brincar com os carros e com as bolas, enquanto que as raparigas passavam a maior parte do tempo com as bonecas.

Todas as pessoas que já lidaram com crianças sabem que as meninas não escolhem o mesmo tipo de brinquedos que os rapazes. Segundo as feministas, isto é o efeito da “socialização”.

  • 7) De forma segura e feliz, as mulheres podem desfrutar do sexo casual do mesmo modo que os homens.

Facto: Uma ex-feminista convertida ao Catolicismo afirma:

A geração dos anos 60 pensava que tudo deveria ser livre. No entanto, alguns anos mais tarde, os hippies vendiam garrafas de água nos festivais de rock a 5 dólares cada.

Mas para mim o preço do “amor livre” foi ainda maior. Sacrifiquei aqueles que deveriam ter sido os melhores anos da minha vida pela mentira sombria do amor livre.

Todo o sexo que alguma vez tive – e tive mais do que a minha conta – longe de trazer o relacionamento duradouro que buscava, apenas tornou o casamento uma miragem.

Não estou sozinha nesta forma de pensar. Podem-me incluir entre as insatisfeitas filhas da revolução sexual, um grupo contra-cultural composto por mulheres que se aperceberam que o sexo casual é uma mentira e estão a preferir permanecer castas.

As mulheres são criaturas de empatia e de relacionamento. Ao contrários dos homens cuja gratificação e realização pessoal vem das conquistas, a gratificação pessoal feminina chega-lhes maioritariamente através dos relacionamentos. (Isto não quer dizer que as mulheres não apreciem conquistas profissionais e nem que os homens não valorizem os relacionamentos.)

Se uma mulher se habitua a desconectar o sexo da fidelidade e do compromisso, para além de reduzir de forma séria o seu valor marital, gerar-se-á dentro de si um vazio profundo que, infelizmente, vai ser preenchido com mais comportamentos de risco.

A noção de que as mulheres olham para a intimidade sexual da mesma forma que os homens é uma medida de engenharia social que – para além de outras coisas – visa tornar a mulher o menos apelativa possível para o casamento.

Destruir o casamento é um dos objectivos do feminismo, e , infelizmente, é precisamente isso que está a acontecer à medida que mais e mais homens deixam de lado o casamento ou buscam alternativas à mulher ocidental.

Curiosamente. onde o feminismo é mais forte (no ocidente) é precisamente onde os homens gradualmente aumentam a sua repulsa pelas mulheres quando se fala em casamento.

  • 8) Dentro do contexto da violência doméstica, os homens são mais violentos.

Facto: Pesquisas recentes refutam a desactualizada retórica feminista que caracteriza os homens como perpetradores malignos e as mulheres como vítimas inocentes da violência doméstica.

O “bater na mulher” está a ser substituído pelo “bater no marido”. Actualmente, ambos os géneros estão empatados nos 28% de probabilidade de serem agredidos. No entanto, entre as gerações mais novas, as mulheres excedem os homens no que toca a violência física dirigida ao outro.

  • 9) As mães solteiras não tem problemas em criar filhos saudáveis, funcionais e perfeitamente ajustados.

Facto: Os rapazes são mais inclinados para a violência e as raparigas são em média mais promiscuas se crescerem sem uma figura paterna. As crianças precisam dum pai tal como precisam duma mãe. As feministas que defendem o contrário estão a gerar gerações inteiras de pessoas amarguradas, violentas, deprimidas e promiscuas.

  • 10) O patriarcado é uma instituição maligna.

Facto: Vêr este texto.

Fonte – Marxismo Cultural

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