Carlos Andreazza confessa, sem querer, que é colaborador do establishment esquerdista

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Carlos Andreazza se entrega: ele é colaborador do establishment esquerdista.

Carlos Andreazza, “o editor da direita com lastro”, desfere mais um ataque difamatório gratuito contra Jair Bolsonaro, desta vez, em texto para o jornal O Globo.

Por vezes, os tiros saem pela culatra, e atingem desavisadamente os atacantes. E foi justamente o ocorrido com Andreazza neste texto. Além de errar o alvo, ouso afirmar que ele acertou o próprio pé.

Andreazza declara ser “conservador” e “de direita”. Em seu mais recente texto para O Globo, ele próprio reconhece que “Jair Bolsonaro é o único pré-candidato a presidente declaradamente de direita”. Sendo Andreazza “de direita”, e Bolsonaro o “único pré candidato de direita”, o natural, o esperado, o óbvio, seria Andreazza apoiá-lo. Mas não! Andreazza, o “conservador com lastro”, empregando assombroso malabarismo retórico, em discurso repleto de falseamento, logro e má-fé, vazio de honradez, decência e honestidade, decide trilhar caminho incerto, talvez motivado por uma propensão obsessiva por desafios inexequíveis: rejeita o “único pré candidato de direita”, e se esforça em trazer para a direita justo os socialistas, que, segundo ele próprio afirma, há anos rejeitam tal posição. A pergunta que não quer calar: por quê?

Em certo ponto de seu texto, Andreazza afirma que “Como consequência de ações econômicas de natureza liberal, o establishment político deu ao partido [Ele se refere ao PSDB] a casinha da direita, a direita permitida”. Entretanto, ele interrompe a análise dessa situação por aí, deixando por conta do leitor a interpretação do conceito de “direita permitida”.

A fim de sanar essa deficiência do texto de Andreazza (Seria proposital? Haveria alguma intenção dissimulada?), nós explicamos e esclarecemos do que se trata a “direita permitida”.

A tal “direita permitida” surgida no Brasil é o resultado de uma estratégia, amplamente empreendida pela esquerda progressista contra todo conservador surgido no cenário nacional ao longo das últimas décadas, que consiste em empurrar o verdadeiro inimigo político para o extremo, demonizando todos os seus atos, ideias e princípios, com o intuito de desqualifica-lo e transforma-lo em uma aberração aos olhos do eleitorado. O objetivo final da estratégia é apresentar a este mesmo eleitorado os socialistas da facção menos radical como “direitistas”, e pintar os conservadores como “extremistas”, “radicais”, “fascistas”, “machistas”, “homofóbicos”, “xenófobos”, “nazistas”, etc.

A essa estratégia chamamos “estratégia das tesouras”. O intuito dos comunistas com essa prática é criar a tal “direita permitida”, a direita da esquerda, que de direita não tem nada, e que se encontra posicionada apenas alguns tons de vermelho abaixo na escala da involução comunista. Essa “direita”, artificialmente concebida, ocupa o espaço da verdadeira direita, relegada a um extremo fictício, simulando rivalidade com os comunistas radicais, e conquistando desonestamente os votos do eleitorado conservador, manipulado e constrangido de votar nos que defendem o que ele realmente pensa, e obrigado a optar por candidatos que disputam entre si quem impõe com mais eloquência a agenda progressista e politicamente correta.

A “direita permitida” possui duas funções principais: 1) servir de bode expiatório, para que todos os inevitáveis fracassos dos projetos socialistas sejam computados na conta da “direita”; 2) ser uma garantia de que, mesmo em caso de uma eventual e indesejável vitória da “direita”, o poder se manterá em mãos socialistas – ainda que moderados.

Ao classificar Jair Bolsonaro como representante de um “extremo” da ala direita, Andreazza colabora justamente com a estratégia que ele simula reprovar. Se “o establishment político deu ao PSDB a casinha da direita”, se Andreazza se esforça para empurrar o eleitorado da direita para o colo e para as garras dos socialistas, apelando para que os políticos do PSDB assumam determinadas posições a fim de conquistar o eleitorado da direita, e se ele ainda classifica Bolsonaro como um “extremista”, temos aqui nada menos que a confissão inconteste de Andreazza de que ele é, de fato, um colaborador desse establishment, e de que ele é um dos fomentadores da “direita permitida” no Brasil.

Além da confissão involuntária de que colabora com o establishment, há ainda outra grave confissão camuflada no discurso de Andreazza. Ele classifica Bolsonaro como representante de um extremo, porém, simplesmente não aponta quais de suas posições seriam extremistas. As posições de Bolsonaro são bastante conhecidas por todos, e só costumam ser consideradas “extremistas” ou “polêmicas” pelos mais desonestos jornalecos “Fake News” da grande mídia, por artistas e estudantes engajados adoradores de ditadores como Fidel Castro e Nicolás Maduro, e outros tipos tão repugnantes quanto estes.

Afinal, o que Bolsonaro defende? Bolsonaro é conhecido por posições firmes, e por defendê-las implacavelmente, e entre as principais causas pelas quais luta, temos: a liberdade religiosa; a defesa da inocência das crianças, no que diz respeito à educação sexual e questões envolvendo homossexualismo, nas escolas; a defesa da vida de bebês contra a ameaça do aborto; a punição mais rígida para estupradores e criminosos de um modo geral; a luta contra a legalização das drogas; a defesa do direito de todos os cidadãos de bem possuírem armas de fogo para se defender; a redução da maioridade penal; a liberdade de expressão; etc. Enfim, todas posições reconhecidamente conservadoras, de direita, e com lastro real nas demandas da sociedade. Ao classificar Bolsonaro como representante de um “extremo”, Andreazza empurra todas essas pautas para o extremo junto com ele, municiando a esquerda e, repito, colocando em prática a estratégia das tesouras, a demonização do inimigo político e a transformação dos socialistas moderados na “direita permitida”.

Dito isto, tirem suas próprias conclusões. A quem serve Carlos Andreazza? À direita conservadora, ou ao establishment socialista?

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Link do texto de Carlos Andreazza no jornal O Globo:

http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2017/08/o-lugar-da-direita.html

Link da reportagem que descreve as exigências de Bolsonaro para se filiar ao partido PEN, futuro Patriotas. Entre as exigências, todo futuro candidato lançado pelo Patriotas deverá, obrigatoriamente, ser contra o aborto, a legalização das drogas, o desarmamento e a discussão nas escolas sobre homossexualidade. Além disso, os políticos devem ser a favor da redução da maioridade penal e da impressa livre.

https://m.extra.globo.com/noticias/extra-extra/jair-bolsonaro-faz-exigencias-para-futuros-candidatos-do-novo-partido-21711994.html

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