Nunca fui a favor das atividades do Wikileaks, diz presidente do Equador

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O presidente equatoriano Lenin Moreno manifestou o desejo do seu governo de pôr fim à longa estadia do fundador do Wikileaks, Julian Assange, na embaixada equatoriano em Londres. Ele declarou na sexta-feira (27) que nunca apoiou as atividades de Assange.

Moreno disse que qualquer movimento no sentido de retirar Assange da embaixada deve ser realizado corretamente e através do diálogo, mas não tem simpatia pela agenda política de Assange como divulgador de documentos confidenciais.

“Eu nunca estive de acordo com as atividades do Sr. Assange. Nunca estive de acordo com as invasões dos e-mails particulares das pessoas a fim de obter informações, por mais valiosas que elas sejam”, disse ele.

Moreno descreveu a permanência de Assange na embaixada de seu governo como um legado da administração anterior do Equador, que considerou que a vida de Assange estava em perigo. Foi considerada como possibilidade real que a pena de morte seria aplicada a Assange se ele fosse extraditado para os Estados Unidos.

“A pena de morte não existe no Equador mas sabíamos que existia essa possibilidade em outro país, por isso todos nós queremos apenas a garantia de que sua vida não estará em perigo”, disse Moreno.

Moreno fez seus comentários em Madri afirmando que os governos britânico e equatoriano estão em contato constante tratando sobre Assange.

“Estamos falando permanentemente com o governo britânico, com o embaixador, seu representante no Equador. A única pessoa com quem ainda não falei é o Sr. Assange”, disse Moreno.

As discussões sobre o futuro de Julian Assange, que está escondido na embaixada equatoriana em Londres há seis anos, estão em andamento. Mas a questão não foi discutida durante uma recente visita de Moreno ao Reino Unido, declarou na sexta-feira o porta-voz do governo britânico.

Fonte – Epoch Times

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