A campanha difamatória contra Olavo de Carvalho

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Não é necessário ser um grande conhecedor da política e do pensamento brasileiro para notar a importância que o professor, filósofo e escritor Olavo de Carvalho tem. Embora a maioria esmagadora dos brasileiros tenha tomado conhecimento de suas obras e ideias com a vitória de Jair Bolsonaro na eleição presidencial em 2018, a trajetória do intelectual brasileiro mais impactante nos nossos dias já vem de muito tempo.

As difamações e os ataques também. Desde a publicação de ‘’O imbecil coletivo’’, Olavo vem sofrendo ataques dos que ele retratou fielmente: o establishment ‘’intelectual’’ brasileiro. Recordo a fala do jornalista e político de esquerda Milton Temer: ‘’O Olavo de Carvalho não é para ser comentado’’. Por muito tempo foi conveniente aos almofadinhas iluminados ignorar o seu trabalho. Vez ou outra, seu nome era citado em tom de deboche, mas o desprezo foi o artifício escolhido para tentar apagar sua obra e suas ideias.

Agora é diferente. A vitória de Bolsonaro é o marco de uma grande virada não só política, mas cultural e moral também. Muitas pessoas são responsáveis por este movimento espontâneo que derrotou o establishment, e elas tiveram em Olavo de Carvalho uma grande referência intelectual. Não é de se espantar que o grande derrotado da ocasião preparasse uma campanha de assassinato de reputação contra o presidente eleito, seus indicados, eleitores e aliados políticos. A cereja do bolo, é claro, não poderia ser outra além do próprio Olavo.

Em um artigo publicado no jornal ‘’O Globo’’, temos mais uma constatação da óbvia intenção em acabar com a reputação do professor Olavo. Três professores universitários comentam sobre uma aula on-line de Olavo sobre Immanuel Kant, filósofo alemão que, como diz a matéria, foi um dos principais nomes do iluminismo.

O título da matéria diz muita coisa: ‘’Olavo de Carvalho está errado e não entendeu Kant, dizem três nomes de destaque da academia brasileira’’. Em um país onde a maioria esmagadora lê apenas o título da matéria, fica claro logo no começo a intenção de o desmoralizar. Quantas pessoas têm opiniões divergentes sobre diversos temas? Nem por isso se pode afirmar com tanta presunção que divergir é sinônimo de desconhecimento. Fosse qualquer outro a ser o protagonista de tal artigo, o título seria outro, pois a intenção também seria outra.

Ao ler o artigo, o leitor pode perceber o quanto preciso foi o diagnóstico do professor Olavo em ‘’O imbecil coletivo’’ sobre as classes intelectuais brasileiras. Maurício Keinert, um dos ‘’especialistas’’ ouvidos pelo jornal, diz que ‘’Kant se posicionava contra o dogma, mas não necessariamente contra a religião católica’’. Ora, os dogmas católicos são a base da própria Igreja. Como alguém ataca a base de alguma coisa sem necessariamente atacar a coisa em si? Parece uma afirmação dita por um menino de ginásio – e seria até perdoável. Mas ela foi proferida por um professor universitário da USP, maior universidade do país. Sinal da péssima qualidade do ensino e dos professores do nosso país.

O resto dos comentários dos três ‘’especialistas’’ em Kant são pura fofoca, sem coisa nenhuma dentro, apenas mero achismo para tentar desqualificar o professor Olavo. Não à toa a expressão ‘’guru do bolsonarismo’’ é usada para se referir a ele.

Quando debateu com Alexandre Dugin, cientista político e professor universitário russo tido como importante influência de Vladimir Putin, Olavo aplicou uma baita sova intelectual em Dugin – quem quiser constatar isso é só ler ‘’Os EUA e a Nova Ordem Mundial”. Os ditos intelectuais de esquerda, por mais burros e presunçosos que fossem, viram o naipe de quem odiavam e escolheram não o encarar de frente.

Sem méritos e quilate intelectuais a altura de Olavo de Carvalho, o assassinato de reputação foi o modus operandi escolhido para tentar pará-lo. Os três patetas da vez fizeram isso, assim como o igual pateta Ruy Fasto o fez em artigo na Folha de S. Paulo. Na falta de aprofundamento em sua obra, os rótulos simplistas são utilizados para tentar ridicularizá-lo.

Para tristeza do establishment, Olavo não sofre nenhum arranhão com as inúmeras tentativas de colocá-lo em um nível rasteiro – semelhante ao da intelectualidade brasileira. Cada vez mais os brasileiros o conhece e vão conhecendo seus livros. Se há alguma esperança do Brasil ter de voltar uma alta cultura, em Olavo e seus alunos estão depositadas tal esperança.

Referências: [1][2][3][4][5] 
Artigo escrito pelo colaborador Carlos Júnior

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