Foro de São Paulo definiu candidatos na Argentina, Bolívia e Uruguai

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A declaração final emitida após o fim do 25º encontro do Foro de São Paulo pede o enfrentamento do “avanço da direita” na América Latina.

Realizado em Caracas, capital da Venezuela, a edição deste ano do Foro de São Paulo respaldou o ditador Nicolás Maduro e pediu a libertação imediata do condenado Lula da Silva (PT).

O documento final traz ainda o apoio formal às candidaturas de Evo Morales à reeleição, na Bolívia; à chapa de Alberto Fernández e sua vice, Cristina Kirchner, na Argentina; e ao candidato da Frente Ampla, Daniel Martínez, no Uruguai.

São citados ainda “fatos sérios de perseguição política e violação de direitos humanos no Equador, Brasil e Argentina”.

Fundado por Lula Fidel Castro em 1990 a partir de um seminário promovido pelo PT, o grupo reúne os principais partidos de esquerda da América Latina e do Caribe.

A edição deste ano foi esvaziada, sem a presença da presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), e do presidente boliviano Evo Morales. Ambos mandaram representantes de seus movimentos, mas não participaram pessoalmente do evento.

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