Inteligência artificial tenta prever quando as pessoas vão morrer

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A única certeza da vida é a morte, mas ninguém sabe quando irá cruzar a fronteira final da existência.

Em diversas nações, universidades e empresas já estão treinando algoritmos médicos para realizarem previsões sobre óbitos, a partir das informações de saúde e hábitos de qualquer pessoa.

Munidos dessas informações, médicos poderão tomar decisões e ações para melhorar a condição dos pacientes e prolongar seu tempo de vida.

Agora, realizado pelo Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), parte da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP), o primeiro estudo deste tipo no Brasil está perto de ser publicado.

O trabalho teve como cerne o desenvolvimento de um algoritmo, cuja tarefa era prever óbitos, dentro de um período de cinco anos, para um grupo de pessoas da terceira idade.

Os resultados, que serão publicados em breve na revista acadêmica Cadernos de Saúde Pública e foram antecipados com exclusividade ao jornal Estadão, mostram uma precisão de 70% nas previsões feitas pela máquina.

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