MPF não reconhece suposto áudio divulgado pelo site de Glenn Greenwald

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“Diversas dessas supostas mensagens têm sido usadas, editadas ou descontextualizadas”, afirmou o Ministério Público Federal (MPF) em nota.

O Ministério Público Federal (MPF) no Paraná afirmou nesta terça-feira (9) que as mensagens atribuídas a procuradores da Operação Lava Jato e divulgadas pelo site Intercept são “oriundas de crimes cibernéticos”.

A nota publicada pelo MPF foi motivada pela divulgação de um áudio e novas mensagens atribuídas ao procurador da República, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

“As supostas mensagens atribuídas a integrantes da força-tarefa são oriundas de crime cibernético e não puderam ter seu contexto e veracidade verificados. Diversas dessas supostas mensagens têm sido usadas, editadas ou descontextualizadas, para embasar falsas acusações que contrastam com a realidade dos fatos”, diz a nota do MPF.

Na noite de terça-feira, o Intercept divulgou um áudio atribuído a Dallagnol, no qual o procurador teria comentado com colegas a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o condenado Lula da Silva de conceder entrevistas na cadeia.

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