Papa Francisco denuncia a prostituição como ‘doença da humanidade’

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Pope Francis sits during a meeting with Catholic priests and other Christian representatives in the cathedral of the capital, Rabat, Morocco, Sunday, March 31, 2019. Pope Francis is in Morocco for a two-day trip aimed at highlighting the North African nation's Christian-Muslim ties, while also showing solidarity with migrants at Europe's door and tending to a tiny Catholic flock. (AP Photo/Mosa'ab Elshamy)

“Ninguém pode ser colocado à venda”, denuncia o papa no prólogo de um livro do padre Aldo Buonaiuto.

No prefácio de um livro, o papa Francisco disse que a prostituição é uma “doença da humanidade”, classificando-a como “um vício repugnante” que reduz as mulheres a escravas.

De acordo com um texto publicado, nesta segunda-feira (29), no jornal italiano La Repubblica, o Pontífice declarou:

“Qualquer forma de prostituição é uma redução à escravidão, um ato criminoso, um vício repugnante que confunde fazer amor com os instintos de alguém torturando uma mulher sem defesa.”

E, segundo o jornal Correio Braziliense, acrescentou:

“É uma doença da humanidade, um modo equivocado de pensar a sociedade. Libertar esses pobres escravos é um gesto de misericórdia e um dever para todos os homens de boa vontade. O seu grito de dor não pode deixar indiferentes os indivíduos e instituições.”

O papa Francisco completou:

“Ninguém deve olhar para o outro lado ou lavar as mãos do sangue inocente derramado nas ruas do mundo.”

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