PGR determina que procuradores usem aplicativo de conversa do MPF

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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, durante o III Fórum Jurídico, realizado pela Escola de Magistratura Federal da 1a Região.

Raquel Dodge quer evitar trocas de mensagens entre integrantes do MPF por meio de aplicativos como Telegram e WhatsApp.

Em meio ao ataque cibernético contra integrantes da Operação Lava Jato, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou aos procuradores que utilizem um aplicativo próprio do Ministério Público Federal (MPF).

O aplicativo em questão, que é chamado de e-Space, utiliza infraestrutura e criptografia certificada pelo órgão público.

Dodge também encaminhou ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, os resultados de uma apuração interna sobre a invasão de celulares de procuradores, bem como as recomendações que fez aos membros do MPF para aumentar a segurança.

O caso do ataque hacker contra a força-tarefa da Lava Jato é investigado pela PGR e pela Polícia Federal (PF).

“O objetivo foi levantar características técnicas e demais procedimentos que pudessem explicar o modo de atuação dos invasores”, disse Dodge, segundo a revista Veja.

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