Revista Veja entrevista terrorista que planeja assassinato de Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de assinatura do decreto que flexibiliza a posse de armas no país.

Entre os alvos do grupo terrorista estão Jair Bolsonaro, Damares Alves, Ricardo Salles e um ministro do STF.

revista Veja afirma ter realizado uma entrevista com um integrante do grupo Sociedade Secreta Silvestre (SSS), que se apresenta como braço brasileiro do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização ecoextremista internacional investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países. 

O terrorista entrevistado identifica-se como “Anhangá”. A conversa foi feita pela deep web, uma espécie de submundo da internet que é utilizada como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades.

Anhangá garante que o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito. Era para ter sido executado no dia da posse, mas o forte esquema de segurança montado pela polícia e pelo Exército acabou fazendo com que o grupo adiasse a ação.

“Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, afirma o terrorista.

Ainda de acordo com “Anhangá”, além de Bolsonaro, os ministros Damares Alves (Direitos Humanos) e Ricardo Salles (Meio Ambiente) também estão na mira do grupo terrorista.

Ainda segundo a revista Veja, os investigadores descobriram que um grupo havia monitorado durante algum tempo a rotina de um dos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF), cujo nome é mantido em sigilo, e de sua família, que mora em São Paulo.

Os terroristas em ação no Brasil vêm sendo monitorados pelas autoridades há algum tempo. Em dezembro, depois da ameaça ao presidente Bolsonaro, a Polícia Federal (PF) decidiu pôr no caso os melhores agentes da seção antiterrorismo. Os policiais já seguiram várias pistas. Três suspeitos chegaram a ser presos. Mas os integrantes do grupo ainda não foram identificados.

Anhangá provoca: “[Eles] são incompetentes […] Não somos meros amadores, dominamos técnicas de segurança, de engenharia, de comportamento social. […] Discutimos internamente com membros de outros países”.

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