Suposto hacker da Lava Jato pedia ‘Lula Livre’ no Twitter

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Um dos alvos de operação da Polícia Federal tinha vários posts no Twitter relacionados ao The Intercept, além de mensagens pedindo “Lula livre”.

Walter Delgatti Neto foi um dos alvos da operação lançada pela Polícia Federal (PF) na tarde desta terça-feira (23).

Nomeada de “Operação Spoofing“, a ação da PF mirou suspeitos de envolvimento na invasão do celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e do procurador da República, Deltan Dallagnol.

Coincidentemente, Delgatti Neto se tornou bem ativo na rede social Twitter a partir de 27 de maio, poucos dias antes da primeira matéria publicada pelo site panfletário Intercept, cujo cofundador é o militante norte-americano Glenn Greenwald.

Em seu perfil no Twitter, há várias postagens relacionadas ao Intercept, mensagens pedindo “Lula livre”, além de críticas à Lava Jato e ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

Delgatti mantém fixado em seu perfil um tuíte com discurso recente do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, contra a criação de um fundo privado com recursos da Petrobras recuperados pela Lava Jato.

O último post de Delgatti é sobre o ataque cibernético contra o celular do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ao compartilhar uma matéria do blog petista Brasil247, ele escreveu: “Aí vem coisa hein kkk”.

Em junho, Delgatti Neto deu uma “dica” de como confirmar a autenticidade das mensagens roubadas do celular de Dallagnol.

“Mesmo apagando tudo, os caches ficam no celular, eles são arquivos fragmentados, sem o conteúdo da mensagens, mas com todas saídas e entradas de mensagens, EX: 23/04/2016 15:15:17 saiu uma mensagem, 15:30:18 recebeu uma, e se comparado com o material vai confirmar autenticidade!”, escreveu.

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