O ‘gene gay’ é fake news, cientista diz que genoma não existe

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“Descobrimos que é efetivamente impossível prever o comportamento sexual de um indivíduo a partir de seu genoma”, afirma cientista.

Um análise feita com 500 mil pessoas sustenta que é impossível predizer por sua informação genética se uma pessoa será homossexual.

Um gigantesco estudo feito por pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos analisou meio milhão de perfis de DNA em busca do chamado “gene gay”.

Publicado na revista Science, nesta quinta-feira (29), a pesquisa enterra com a narrativa, popularizada nos anos 90, da existência de um “gene gay” todo-poderoso que determina a sexualidade da mesma forma como a cor dos olhos é definida.

Ben Neale, membro do MIT e do Broad Institute de Harvard, declarou:

“Descobrimos que é efetivamente impossível prever o comportamento sexual de um indivíduo a partir de seu genoma.”

E, segundo a revista Exame, acrescentou:

“Não existe um único gene gay, mas sim a contribuição de muitos pequenos efeitos genéticos espalhados pelo genoma.”

Fah Sathirapongsasuti, cientista da empresa 23andMe que contribuiu para o estudo, acrescentou:

“A genética definitivamente desempenha um papel, no entanto, é possivelmente minoritário – e há um efeito ambiental não explicado que você nunca pode identificar exatamente qual é.”

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