Champinha participa de motim em unidade de saúde em São Paulo

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Grupo de marginais se trancou na enfermaria da Unidade Experimental de Saúde e reivindicava mais direitos e comodidade na reclusão.

Roberto Aparecido Alves Cardoso, o marginal apelidado de Champinha, se envolveu em um motim na Unidade Experimental de Saúde (UES), na zona norte de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (4).

A informação foi divulgada pelo governador João Doria (PSDB), em sua conta na rede social Twitter.

De acordo com Doria, a polícia “controlou com êxito uma rebelião” liderada pelo interno. O tucano elogiou a ação da polícia e defendeu o fim da maioridade penal para crimes hediondos.

Segundo a polícia, um funcionário foi feito refém por três internos por volta das 2 horas. Após negociação, o agente, que não ficou ferido, foi libertado, informa a revista ISTOÉ.

Champinha foi condenado pelo assassinato do casal Felipe Caffé Liana Friedenbach, mortos em 2003 quando acampavam em Embu-Guaçu. Ele tinha 16 anos quando liderou o ataque ao casal.

O crime contou com a participação de quatro homens que também foram condenados. Caffé, então com 19 anos, e Liana, com 16, foram rendidos, submetidos a sessões de tortura e assassinados.

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