Nova série da Globo terá aborto, prostituição e transexual; objetivo é chocar conservadores

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A Rede Globo lançará nesta terça-feira (8) a série ‘Segunda Chamada’.

É a série mais política que a emissora lança nos últimos anos, com inclinação à esquerda.

Os episódios se passarão em uma escola da periferia de São Paulo, num curso noturno da modalidade EJA.

As mulheres da série enfrentam certos dramas ligados ao gênero.

A personagem de Nanda Costa, por exemplo, é uma mulher que já tem três filhos, tenta fazer uma laqueadura, não consegue e faz um aborto clandestino quando engravida novamente.

Há ainda o caso de uma ex-presidiária que tenta a ressocialização e uma garota de programa que deseja ser respeita pela maneira como ganha a vida.

O curta também terá uma mulher trans, que vai enfrentar preconceitos e agressões por “ser quem é”. O papel será interpretado pela atriz e rapper Linn da Quebrada.

As autoras de ‘Segunda Chamada’, Carla Faour e Julia Spadaccini, afirmam que não tiveram nenhuma restrição da Globo em relação às histórias e que escreveram o que quiseram e acharam importante destacar.

Além de chocar os conservadores, a diretora da série também aproveitou para alfinetar o governo do presidente Jair Bolsonaro.

“O momento político que o Brasil enfrenta é de um governo que não leva a educação com a seriedade que deveria. A série não fala de uma instituição só, fala principalmente da relação entre professor e aluno, quão importante são as pontes que os professores criam pros alunos, quantas possibilidades esses encontros podem gerar e transformar a vida de um ser-humano. A gente tá num país que não valoriza a educação e o professor”, disparou.

Com informações, Notícias da TV.

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