Investigadores do caso Marielle querem escutar porteiro novamente

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Execução da vereadora Marielle Franco e de seu motorista ganhou um novo capítulo com o falso testemunho do porteiro.

Os investigadores do assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes querem escutar novamente o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde dois suspeitos do crime se encontraram no dia do assassinato.

O objetivo da nova consulta é verificar o que levou o porteiro a cometer falso testemunho ao afirmar que Élcio de Queiroz obteve autorização do presidente da República, Jair Bolsonaro, que também tem casa no condomínio, para entrar no local.

De acordo com o depoimento do porteiro, Élcio teria dito que ia para a casa 58, onde reside o presidente, no dia do assassinato da vereadora.

O funcionário do condomínio também comentou que uma pessoa que se identificou como “seu Jair” teria liberado a entrada do ex-PM.

A versão do porteiro, no entanto, foi desmentida por registros da Câmara e pelo Ministério Público.

O registro de áudios da guarita também comprova que Élcio não obteve confirmação para entrar no condomínio ligando para a casa de Bolsonaro.

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