Secom conecta Globo com propina a executivos da Fifa

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Em nota de repúdio, a Secom acusa Globo de perseguir Bolsonaro e aponta “verniz de jornalismo imparcial”.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) divulgou nota, nesta segunda-feira (4), repudiando os ataques da Rede Globo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Após tecer duras críticas contra a Globo, o texto ainda fala de supostos pagamentos de propinas a dirigentes da Fifa (Federação Internacional de Futebol) “para a compra de direitos de transmissão da Copa do Mundo”.

Lançado nos Estados Unidos em junho de 2018, o livro “Red Card: How the U.S. Blew the Whistle on the World’s Biggest Sports Scandal” (“Cartão Vermelho: Como os EUA Revelaram o maior Escândalo Esportivo Mundial”), do jornalista Ken Bensinger, relata com detalhes o escândalo de corrupção da Fifa.

Dona de direitos de TV de torneios da Fifa, a emissora brasileira é citada quatro vezes no livro. Em duas, o grupo aparece quando o empresário J.Hawilla é perfilado.

Falecido em 2018, o executivo foi delator na investigação das autoridades americanas. Ele admitiu ter pago propina para dirigentes na compra de direitos de transmissão de torneios da Fifa e da CBF.

Em novembro de 2017, J.Hawilla afirmou que a Globo e o grupo mexicano Televisa pagaram propina a um dirigente da Fifa durante negociação para compra de direitos de transmissão da Copa do Mundo, informa o jornal Folha de S.Paulo.

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