Concurso de beleza feminino proíbe participação de travestis

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O travesti Anita Green alega ter sido discriminado pela organização da competição

Anita Green está processando os organizadores de um concurso de beleza no Oregon, nos Estados Unidos, por ter sido impedido de participar da competição. Ele alega discriminação e quer forçar o concurso a mudar suas regras.

– Trata-se de dar voz às minorias. Eu acho que sou bonita e quero dar o exemplo para todas as mulheres, cisgêneros e transgêneros, de que a beleza não precisa se encaixar em moldes específicos – declarou Green.

O concurso só é válido para mulheres naturais e a determinação está presente no site oficial da competição. Quando informou sua condição de travesti aos organizadores, a diretora da Miss Oregon, Tanice Smith, disse que “este é um concurso natural”.

A taxa da inscrição para o Miss Oregon era de US$ 195 e o valor foi devolvido para Anita Green. O travesti pretende entrar com as medidas legais e, caso vença, irá estabelecer um precedente legal que exija a presença de travestis em concursos.

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