Sindicalistas ameaçam greve geral na Petrobras

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“Nossa resposta tem que ser na luta. É na resistência que iremos reverter as demissões”, disse diretor da FUP.

Sindicalistas estão ameaçando a Petrobras com uma greve nacional a partir do dia 1º de fevereiro.

Encabeçado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e sindicatos filiados, o movimento rejeita completamente demissões anunciadas pela petroleira, segundo nota publicada na última nesta sexta-feira (17).

A FUP apontou que uma definição sobre o indicativo de greve será tomada durante assembleias entre os dias 20 e 28 de janeiro.

Em 29 de janeiro, a FUP e seus sindicatos voltam a se reunir no Conselho Deliberativo para definir os próximos encaminhamentos, informa o site UOL.

O movimento grevista ocorre após o governo Jair Bolsonaro ter informado que irá hibernar a fábrica de fertilizantes de sua subsidiária Araucária Nitrogenados (ANSA) no Paraná. De acordo com a companhia, este processo resultará na demissão de 396 empregados.

O fechamento da usina faz parte de um amplo programa de redução de custos e desinvestimentos da Petrobras, que visa elevar os resultados financeiros, com foco maior em ativos de grande retorno econômico.

“O que estão fazendo na Fafen-PR é um balão de ensaio para demissões em massa em todo o Sistema Petrobras. Não há saída individual. Nossa resposta tem que ser na luta. É na resistência que iremos reverter as demissões e impedir que se alastrem para as demais unidades da empresa”, disse o diretor da FUP, Deyvid Bacelar, segundo o site SunoResearch.

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