Vaticano excomunga padres críticos do papa Francisco

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Pope Francis sits during a meeting with Catholic priests and other Christian representatives in the cathedral of the capital, Rabat, Morocco, Sunday, March 31, 2019. Pope Francis is in Morocco for a two-day trip aimed at highlighting the North African nation's Christian-Muslim ties, while also showing solidarity with migrants at Europe's door and tending to a tiny Catholic flock. (AP Photo/Mosa'ab Elshamy)

Vaticano excomungou dois padres e uma freira que haviam criticado publicamente o papa em carta datada de abril de 2019. 

Três pessoas foram excomungadas da Igreja Católica por terem acusado o papa Francisco de heresia. A informação foi revelada pelo site católico britânico The Tablet.

Os padres Damon Kelly Stephen de Kerdrel, e a irmã Colette Roberts, são eremitas que vivem na ilha de Orkney, com 600 habitantes no norte da Escócia.

Eles pertencem ao grupo conservador “The Black Hermits” (Os Eremitas Negros, em tradução livre), fundado em 1999.

Os eremitas são signatários de uma carta aberta datada em abril de 2019, que acusa o pontífice ter “transformado inexoravelmente a Igreja em uma falsa Igreja” e condena o papa de “dar declarações e ensinar de uma forma que demonstre ser um grande herege”, informa a revista Veja.

Com o processo de excomunhão concluído pelo Vaticano, os membros do clero não podem mais receber os sacramentos católicos nem participar da vida eclesiástica.

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