Estão sumindo com as evidências, diz Flávio Bolsonaro sobre morte de miliciano

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Miliciano era suspeito de comandar um grupo que cometeu dezenas de homicídios, o Escritório do Crime.

O miliciano Adriano da Nóbrega foi morto a tiros em operação da polícia no domingo (9), em Esplanada, na Bahia.

O ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi expulso da Polícia Militar por envolvimento com jogo do bicho.

Foragido havia mais de um ano, o miliciano apelidado de “Capitão Adriano” era alvo de um mandado de prisão expedido em janeiro de 2019.

Em mensagem publicada no Twitter, nesta quarta-feira (12), o senador Flávio Bolsonaro denuncia que chegou ao seu conhecimento que “há pessoas acelerando a cremação de Adriano da Nóbrega para sumir com as evidências de que ele foi brutalmente assassinado na Bahia”.

“Rogo às autoridades competentes que impeçam isso e elucidem o que de fato houve”, acrescentou Flávio.

Quando ainda era um membro ativo da PM, Adriano da Nóbrega foi homenageado, mais de uma vez, pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

De acordo com reportagem do portal G1, publicada nesta quarta, a Justiça do Rio proibiu a cremação do corpo do miliciano. O pedido de cremação havia sido feito pela família do ex-policial.

Em sua decisão, a juíza do plantão judiciário, Maria Izabel Pena Pieranti, reitera que Adriano não morreu de causas naturais e que, segundo consta em sua certidão de óbito, ele sofreu anemia aguda e politraumatismo causados por instrumento perfuro-cortante.

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