Perícia confirma que porteiro mentiu para prejudicar Bolsonaro

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Voz que autorizou entrada de acusado de matar Marielle Franco em condomínio no Rio de Janeiro não é de porteiro que citou Jair Bolsonaro.

A voz do porteiro que liberou a entrada de Élcio de Queiroz no condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, não é a do funcionário que mencionou o presidente da República, Jair Bolsonaro, aos investigadores da Delegacia de Homicídios (DH).

A situação aconteceu no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

A informação está presente em laudo da Polícia Civil obtido pelo jornal O Globo.

O documento, que é assinado por seis peritos, também atesta que não houve qualquer tipo de edição no áudio e que a pessoa que autorizou a entrada de Élcio no condomínio foi o policial reformado Ronnie Lessa.

Tanto Élcio quanto Lessa estão presos sob a acusação de terem praticado o duplo assassinato.

Em depoimento à polícia, no ano passado, um dos porteiros disse que Bolsonaro havia liberado a entrada de Élcio no condomínio. Depois, ele voltou atrás.

O resultado do laudo reforça suspeitas de investigadores de que o porteiro que citou Bolsonaro pode ter agido a mando de terceiros.

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