Coronavírus: 85 mil presos são libertados no Irã, mas cristãos continuam detidos

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pandemia do novo coronavírus no mundo tem causado consequências drásticas em muitos países, como a morte de milhares de pessoas. Para tentar evitar que mais pessoas morram em decorrência do vírus, o Irã resolveu libertar 85 mil presos, mas enquanto isso cristãos continuam presos no país islâmico.

A notícia foi dada pelo porta-voz do judiciário na última terça-feira, 17. “Até agora, cerca de 85.000 prisioneiros foram libertados … Também nas prisões, tomamos medidas de precaução para enfrentar o surto”, afirmou Gholamhossein Esmaili.

Segundo informações da agencia de notícias Reuters, exitem cerca de 189.500 prisioneiros no Irã, e para tentar impedir um massacre em massa, assim como o colapso do sistema de saúde nacional que já é precário, condenados a menos de 5 anos de prisão poderão ser soltos.

O que chama atenção, no entanto, é que alguns cristãos presos por questão de consciência religiosa não foram soltos, segundo informações da Article18.

“Há preocupações crescentes no Irã sobre o potencial de o coronavírus se espalhar rapidamente dentro das prisões superlotadas do Irã, onde pelo menos 17 cristãos estão atualmente encarcerados como resultado da prática pacífica de sua fé”, diz o portal.

Fora dos presídios, igrejas também estão decidindo cancelar reuniões em grupo por causa do risco de contaminação do Covid-19.

“Várias reuniões de igrejas domésticas haviam sido canceladas e que muita atenção está sendo prestada aos padrões de higiene – por exemplo, através do uso obrigatório de gel de mão – mesmo em grupos nas cidades que ainda não relataram nenhum caso do caso. vírus”, diz a Article.

No Brasil, onde o número casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus já passa dos 300, o pastor Silas Malafaia tem sido criticado pela imprensa por afirmar que não irá cancelar cultos nos templos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

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