Ministério Público do Paraguai nega prisão domiciliar a Ronaldinho Gaúcho

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MP do Paraguai considerou as garantias oferecidas pela defesa do ex-jogador insuficientes.

O Ministério Público do Paraguai negou, nesta terça-feira (10), que o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis, sejam transferidos para prisão domiciliar.

O órgão considerou as garantias apresentadas pela defesa dos brasileiros insuficientes, informa a revista IstoÉ.

A primeira estratégia do advogado dos ex-jogadores foi de tentar a liberdade da dupla, mas a estratégia foi prontamente negada pelo Ministério Público.

Logo em seguida, a defesa optou por tentar a prisão domiciliar. O órgão, no entanto, considerou insuficientes as garantias oferecidas pelo advogado.

Apesar da recusa do Ministério Público, a última palavra será dada pelo juiz que conduz o caso. A resposta sobre a permanência ou não de Ronaldinho e Assis na prisão será dada nos próximos minutos.

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