Sara Winter deixa prisão com tornozeleira eletrônica

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Sara Winter foi presa pela PF em 15 de junho de 2020 no âmbito do inquérito dos “atos antidemocráticos”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou, nesta quarta-feira (25), a ativista Sara Winter a deixar a penitenciária feminina da Colmeia, em Brasília.

Moraes determinou, no entanto, que a ativista use tornozeleira eletrônica. Winter é líder do grupo “300 do Brasil”, apoiador do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Determinada pelo magistrado, a prisão de Winter ocorreu dentro do inquérito que apura a organização e financiamento de “atos antidemocráticos”.

Antes de Winter deixar o presídio feminino, a defesa da ativista entrou com ação contra Moraes no próprio STF, apontando “notório abuso de autoridade” de Moraes.

“Trata-se de uma prisão arbitrária e que vem sendo utilizada apenas com o estrito sentido de enviar um recado ao país de quem ‘aqui quem manda, sou eu’”, disse a defesa.

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