A deplorável ascensão dos idiotas úteis

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Você já se perguntou por que um número tão grande de idiotas úteis foi projetado para a fama e notoriedade em tempos recentes? Por que adolescentes tardios como Felipe Neto, oportunistas dissimulados como Átila Iamarino e marionetes servis como Greta Thunberg — mesmo sendo pessoas completamente desprovidas de inteligência, originalidade, consistência e conteúdo — foram alçados para a fama da noite para o dia, viraram capas de revista, são convidados para eventos importantes e são entrevistados sobre política, economia e ecologia, mesmo sem ter conhecimento algum sobre esses assuntos?

A resposta para essa pergunta é relativamente fácil de responder. Eles são exatamente o tipo de pessoas que o sistema procura para doutrinar as massas e disseminar a escravidão cultural de ideologias politicamente corretas. Ao expor ideias, conceitos e posicionamentos que não são seus — afinal, regurgitam discursos prontos, oriundos de uma doutrina cansativa, com uma narrativa falaciosa exaustiva e repetitiva — essas celebridades dão exposição a determinadas ideologias, que escondem nas entrelinhas de suas propostas os objetivos das pessoas e das organizações que as colocaram em posições de destaque e visibilidade.

Mas quem promove e facilita a ascensão dos idiotas úteis?

Quem faz isso são, evidentemente, pessoas e organizações que não desejam aparecer, pois assim seus interesses econômicos e políticos egoístas ficariam muito evidentes. Portanto, essas organizações utilizam fantoches e marionetes — os famosos idiotas úteis — para fazer propaganda publicitária de objetivos bem específicos, aparentemente nobres e altruístas, mas que na verdade são altamente rentáveis para determinados grupos de interesse.

A jovem sueca Greta Thunberg — que ganhou notoriedade internacional ao proferir um discurso em uma conferência sobre mudanças climáticas promovida pelas Nações Unidas em 2018 — é um excelente exemplo nessa questão. Ao defender o discurso ecológico globalista e promover a luta contra o fictício aquecimento global, ela mostrou como serve lealmente ao sistema, sendo o perfeito exemplo de uma idiota útil. E isso fica muito evidente quando analisamos toda a retórica existente por trás do requentado e recauchutado discurso ambientalista defendido por ela.

Por exemplo, se o desmatamento “indiscriminado” pode acabar com as florestas e as áreas selvagens do planeta — o que na prática, levaria centenas ou até mesmo milhares de anos —, alguém precisaria controlar a exploração da madeira e dos recursos naturais. Mas quem irá fazer isso? Utilizando que parâmetros? Como saber até onde explorar e quando parar?

A mesma coisa vale para o aquecimento global. Se o gás carbônico está causando aumento da temperatura global, alguém precisa produzir combustíveis alternativos. Mas quem irá produzir esses combustíveis? Em que quantidade? Quem determinará isso? Quem está interessado em retirar o petróleo de circulação? O interesse é mesmo o de preservar a integridade do clima, os ecossistemas e elevar a qualidade de vida da população?

E não menos importante, quem controlará quem controla tudo isso, de maneira a minimizar a corrupção, fazer o interesse coletivo sobrepujar interesses individuais egoístas, garantir que as riquezas sejam distribuídas de forma justa e igualitária — de maneira a preservar o planeta — e ser capaz de atender as necessidades de todos os seres humanos, de forma eficiente, benévola e altruísta?

Quando analisamos o discurso ecológico — e quais são os interesses ocultos escondidos por trás dele — fica muito evidente que ele é financiado e promovido por grandes conglomerados que desejam ter o monopólio dos recursos naturais. Ao apontar problemas que na verdade não existem, os grandes conglomerados tem prerrogativas formidáveis a seu favor para monopolizar todos os recursos naturais que são do seu interesse.

Ao alegar que eles estão preocupados com a escassez dos recursos naturais e que esses recursos precisam ser bem geridos e administrados para que não se esgotem, corporações onipotentes podem fazer lobby para exigir regulamentações do estado. Essas regulamentações, evidentemente, são manipuladas de maneira a favorecer as corporações que as solicitaram.

Afinal, as grandes corporações possuem tecnologia de ponta e eficiência logística para extrair, catalogar, estocar, transformar e manipular praticamente todos os recursos naturais existentes. Do ponto de vista do estado, portanto, é perfeitamente normal que elas recebam favoritismo e protecionismo na exploração dos recursos, visto que elas podem maximizar a produtividade e o aproveitamento. Adicionalmente, com as regulações estatais estabelecidas, são produzidas exigências burocráticas, legais, fiscais e trabalhistas excruciantes, que apenas os grandes conglomerados tem recursos financeiros suficientes para bancar.

Além do mais, os dirigentes, proprietários e acionistas dos grandes conglomerados sabem perfeitamente que políticos aceitam subornos de forma corriqueira. Portanto, essas organizações sempre encontrarão um caminho ou outro para serem amplamente favorecidas. Na verdade, grandes corporações não apenas podem como efetivamente controlam o estado, e compram burocratas com malas de dinheiro diariamente. Na prática, políticos não passam de lobistas das grandes corporações. Para quem sabe como o estado funciona, isso não é nem um pouco surpreendente.

As regulações exigidas pelas grandes corporações, portanto, constituem uma maneira eficaz de destruir e eliminar sistematicamente concorrentes menores, que possuem capital mais modesto e pouca ou nenhuma influência no estado. Essas empresas menores não conseguirão, portanto, arcar com todas as arbitrariedades regulatórias e com todas as demandas fiscais exigidas pelo estado. Invariavelmente, elas acabarão indo à falência.

Grandes corporações, por razões óbvias, jamais irão declarar explicitamente para quem quer que seja quais são os seus verdadeiros objetivos, ao financiar discretamente campanhas ecológicas de desenvolvimento sustentável; que, na prática, sempre vão na direção de eliminar concorrentes de forma implacável e desonesta, e acumular cada vez mais capital político e econômico.

É aí que as pseudocelebridades recrutadas como idiotas úteis pelas corporações onipotentes entram em cena, com aparições públicas bombásticas e grandiloquentes, discursos de impacto, muita pirotecnia e teatralidade e dramática encenação humanista, para enganar o público incauto e desavisado, incapaz de perceber a grande profusão de interesses ocultos que existem nos bastidores.

Os idiotas úteis — que não são tão idiotas assim — evidentemente, são todos muito bem financiados e recebem cachês obscenos para atender os eventos dos quais são convidados ilustres. Essas pessoas na verdade não fazem absolutamente nada por abnegação, altruísmo, benevolência ou generosidade. Seu “amor pela humanidade” só é demonstrado em eventos públicos depois que o dinheiro é depositado na conta bancária. E todas as despesas adicionais — como hospedagem e passagens aéreas — são igualmente pagas pelos seus patrocinadores.

Ao promover — através dos seus fantoches muito bem pagos — aberrações insanas e visivelmente utópicas como desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, igualitarismo, eliminação de classes sociais, erradicação do capitalismo, ecologia ambiental e demais asneiras progressistas politicamente corretas, o sistema tem na verdade as seguintes ambições: monopolizar recursos naturais, controlar o mercado de forma onipotente, ser a única fonte de riquezas disponível e proibir o cidadão comum de fazer qualquer coisa sem a autorização dos poderosos oligarcas que comandam o jogo.

Por isso, pessoas com mentalidade progressista são idiotas úteis com enorme potencial para fama e notoriedade, e uma grande legião delas ganhou os holofotes em tempos recentes. Afinal, são pessoas que defendem todas as causas politicamente corretas apoiadas pelo establishment. Esses indivíduos são fortes candidatos a se tornarem celebridades, porque são exatamente quem o sistema busca para projetar como “heróis” que defendem causas “nobres”, “justas”, “altruístas” e “humanitárias”, usando para isso a mídia globalista de massa para doutrinar a população, e fazer as celebridades de ocasião caírem nas graças da opinião pública.

Quando as grandes corporações — que financiaram toda a panaceia desde o princípio — decidem implementar todas as medidas defendidas e promovidas pelos guerreiros da justiça social, elas são vistas como altruístas, ecologicamente conscientes, ambientalmente sustentáveis e preocupadas com a humanidade e com o futuro da civilização, sendo encaradas pela opinião pública como fantásticos guardiões do planeta Terra.

O público ignorante e idiotizado, no entanto, fica impossibilitado de ver aquilo que o sistema não mostra. Empresas menores quebrando em efeito dominó, porque não podem arcar com todas as regulamentações, taxas, tarifas e demais arbitrariedades burocráticas exigidas pela máfia estatal, que foram implementadas por influência das grandes corporações.

Ativistas progressistas, portanto, tem muito mais facilidade em se tornarem celebridades e ascender socialmente, economicamente e profissionalmente, visto que eles possuem enorme potencial para serem recrutados como idiotas úteis pelas corporatocracias onipotentes que controlam o sistema. E o sistema sempre estará disposto a dar visibilidade para os idiotas úteis.

Na verdade, o sistema terá uma demanda quase infinita por fantoches e marionetes dispostos a falar um monte de platitudes genéricas politicamente corretas, porque quem está no comando do espetáculo — manipulando tudo nos bastidores — tem um insaciável apetite por poder e controle. Mas as verdadeiras intenções dos senhores do mundo precisam ser escondidas das massas, já que uma aparência de benevolência, responsabilidade e justiça social precisa ser constantemente arregimentada para dar ao sistema credibilidade e confiança. Quando o público confia no sistema, é muito mais fácil manipular a opinião pública e demonizar os eventuais dissidentes. Portanto, quando os idiotas úteis sinceramente acreditam nas asneiras que defendem, isso facilita o trabalho do sistema, já que persuasão e retórica apaixonada são habilidades essenciais, porque são capazes de convencer as massas imbecilizadas com extraordinária eficiência.

O sistema tem verdadeiro ódio e suprema aversão por pessoas inteligentes, que questionam, pensam e raciocinam por si próprias, porque elas não podem ser facilmente manipuladas. Consequentemente, o sistema fará tudo o que estiver ao seu alcance para impedir estas pessoas de conquistarem qualquer grau de notoriedade, por menor que seja.

Se você, por exemplo, é radicalmente antissistema, suas chances de progresso pessoal e ascensão econômica, social e profissional serão drasticamente reduzidas — em todos os sentidos — e isso por razões muito óbvias. O sistema, com toda a influência que tem, jamais permitirá que quem promove objetivos contrários ao establishment seja ouvido, porque ele não quer ver os seus interesses sendo abertamente confrontados, desafiados ou ameaçados.

Se você despreza a democracia, e defende de forma intransigente valores como liberdade econômica, propriedade privada, livre iniciativa, é a favor da religião e contra o secularismo, defende a família tradicional e o casamento monogâmico, o capitalismo laissez-faire, o armamento civil, o separatismo, a emancipação dos indivíduos da política, mercados livres, descentralizados e independentes, a autonomia do indivíduo e a desestatização total da sociedade, então o sistema o verá explicitamente como um inimigo. E fará de tudo para silenciá-lo e impedir que você conquiste qualquer tipo de notoriedade. Você será rotulado como um “fascista de extrema-direita”, uma pessoa do mal, um inimigo da civilização.

Veja bem, se você defende todas as coisas listadas acima, então você é radicalmente anti-establishment; sendo assim, você é invariavelmente um inimigo do sistema. Os valores que você defende possuem a liberdade como principal elemento, algo que o sistema odeia de forma inflexível e juramentada (embora saiba disfarçar relativamente bem sua ojeriza e aversão pela liberdade). Com este conjunto de valores, é evidente que você respeita o indivíduo, portanto não defende a escravização da sociedade por um poder centralizador, autocrático e unitário.

O conjunto de valores mencionados acima constitui um anátema para o establishment, visto que o objetivo do sistema — radicalmente oposto à liberdade — é subjugar completamente a sociedade perante um poder político vertical, atroz, inflexível e onipotente, onde o indivíduo não tem vez, nem voz. Para o sistema, o indivíduo não deve pensar, raciocinar, contestar ou questionar. Deve ser tratado apenas como uma ferramenta impessoal, que deve obediência incondicional às autoridades estabelecidas. Assim, por não ter nenhuma oposição aparente, as grandes corporações ficam livres para capturar o aparato regulatório do estado e usá-lo a seu favor, estabelecendo uma corporatocracia onipotente que serve a oligarquias poderosas, fazendo todo o sistema ser completamente servil aos seus interesses.

Todas essas intenções, no entanto, ficam devidamente disfarçadas sob o manto ilusório e falsamente civilizado da jurisprudência, da constituição, do legalismo, da tripartição de poderes. O sistema consegue arregimentar plenos recursos para institucionalizar a sujeição total da sociedade, mas é cauteloso o suficiente para dissimular a escravidão, jamais fazendo com que ela seja explícita. Antes o contrário, ela aparecerá como um conjunto de normas constitucionais coesas e benevolentes, que na aparência resguardam e sustentam os pilares civilizatórios da sociedade. Na prática, temos o estado democrático de direito em sua acepção mais plena, que é simplesmente a escravidão em sua forma mais sofisticada, complexa e burocratizada.

A verdade é que — com todo o poder que tem — o establishment jamais permitirá que pessoas que defendem princípios e valores contrários ao sistema consigam ascensão, seja ela social, financeira ou profissional, porque o sistema não quer concorrência na disputa pelo poder. O sistema quer continuar sendo exatamente o que ele é, um monopólio onipotente, intocável e monolítico.

Por essa razão, o sistema sempre vai tentar sufocar pessoas com genuína mentalidade anti-establishment. Os poderes estabelecidos não podem permitir que seus opositores ganhem notoriedade suficiente a ponto de despertar as massas da letargia, que — em sua grande maioria — são radicalmente ignorantes sobre como o sistema realmente funciona. Para o establishment, é fundamental que os escravos jamais tenham real consciência da sua condição de escravidão.

Para pessoas com mentalidade anti-establishment, portanto, conquistar o sucesso sempre será muito mais difícil, porque o sistema se empenhará arduamente em sabotá-las, boicotá-las, censurá-las e silenciá-las a todo custo. O sistema não quer seus opositores ganhando notoriedade, porque sabe que assim, esses indivíduos poderiam conquistar enorme visibilidade, e ao conquistar visibilidade, poderiam se tornar influentes o bastante para fazer com que cada vez mais pessoas virassem opositores declarados do sistema.

Pessoas que conquistaram notoriedade, mas proferem ativamente um discurso antissistema, sempre estarão em risco. Para eliminar essas pessoas, o sistema emprega três métodos distintos: tenta cooptá-las para o seu lado — normalmente oferecendo muito dinheiro, ou até mesmo ameaçando a vida e a família dessas pessoas —, tenta destruir a reputação e a credibilidade delas e muitas vezes busca até mesmo eliminá-las sumariamente, tirando-lhes a vida.

Invariavelmente, todas as pessoas que são radicalmente anti-establishment se tornarão um alvo do sistema — e para virar um alvo, não é preciso necessariamente ter notoriedade, sob certas circunstâncias basta estar no lugar errado, na hora errada — e poderão até mesmo perder a vida por conta disso. Portanto, ser anti-establishment requer qualidades como coragem, bravura, integridade e um espírito indômito.

Isso, no entanto, é muito melhor do que ser um idiota útil, que não pensa, profere discursos requentados, genéricos e prontos, e jamais desafia o sistema; antes o contrário, idiotas úteis servem ao sistema como cachorrinhos dóceis e obedientes. De fato, sabemos perfeitamente que todos os idiotas úteis, sem exceções, idolatram as perversões sórdidas promovidas e reverenciadas pelo sistema, como democracia, sufrágio universal, igualdade, coletivismo, socialismo, cidadania, constituição, impostos, feminismo, respeito pelas instituições de estado, redistribuição de renda, messianismo político, direitos humanos (que via de regra, são apenas para assassinos, estupradores e pedófilos) — quarentenas, lockdowns, distanciamento social e vacinação compulsória em tempos de coronazismo — e todas as demais bestialidades imorais, depravadas e grotescas que o establishment politicamente correto bajula e venera com irracional e desmesurada reverência.

Idiotas úteis não possuem a mínima consideração pela ética ou por princípios morais, bajulam os políticos adorados e reverenciados pelo establishment e são tão alienados que desconhecem quem são os seus verdadeiros patrões e legítimos financiadores: organizações perversas, criminosas e nefastas, que — através de artifícios sutis e perniciosos, mas frequentemente legais — buscam arregimentar cada vez mais poder e controle sobre todas as nações do mundo, cooptando governos, instituições, movimentos e partidos políticos, em uma busca irrefreável e ensandecida por domínio total e absoluto.

Os idiotas úteis são a linha de frente de todas as organizações multinacionais corporativas que promovem a agenda progressista, com o objetivo de dominar o mercado, a sociedade, o estado, a civilização e o indivíduo. Essas celebridades inúteis defendem exatamente as mesmas ideologias financiadas e promovidas pelas grandes corporações, e todas as porcarias que fazem, escrevem ou falam nas redes sociais tem o discurso politicamente correto como alicerce. Enquanto elas doutrinam as massas, cabe a nós defender a ética e promover o verdadeiro conhecimento.

Nesse cenário, os indivíduos antissistema constituem a verdadeira resistência da civilização contra a tirania globalista da agenda progressista, ativamente promovida por um establishment inerentemente hostil, opressivo, depravado, corrupto e saturado de interesses escusos.

A verdade é que para a civilização prevalecer, o establishment — juntamente com todos os componentes da superestrutura que o sustenta — precisa urgentemente desaparecer.

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