Livros Antifeministas – 5 Dicas de Livros Críticos ao Feminismo

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Livros Antifeministas

Dica Numero 1 de Livros Antifeministas:

Manual Politicamente Incorreto do Feminismo

Carrie Lukas

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Inaugurando nossa lista de livros antifeministas, vem essa obra de Carrie Lukas. Nascida em 1973, é presidente do Independt Women’s Forum e vice-presidente de política e economia do Independet Women’s Voice, organização-irmã do IWF. Formou-se pela Universidade de Princeton e pela Escola de Governo John F. Kennedy da Universidade de Harvard, e seus escritos figuraram no Wall Street Journal, no The Washington Post, no USA Today, e no The New York Post. Além disso, escreveu vários estudos para o Instituto Cato sobre previdência social e políticas educacionais. Antes de entrar para o IWF em 2003, Lukas trabalhou no Capitólio como analista sênior de políticas internas para o Comitê Republicano de Políticas da Câmara e para o Instituto Cato.

a autora traz questões triviais da sociedade como por exemplo : a figura da mulher em si mesma, casamento, filhos, carreira, dentre outros aspectos e mostra os malefícios que o movimento feminista trouxe a essas e outras questões, sob a justificativa de “luta em prol das mulheres”. Como a própria autora afirma: feminismo é o que as “manas” acham que uma mulher “deveria” ser. Com certeza, essa obra ajuda a escancarar os verdadeiros objetivos por trás de tantos discursos bonitos e cheios de sororidade.

No fundo, o que se tenta ocultar é que a visão feminista do que as mulheres deveriam querer muitas vezes bate de frente com as esperanças e os desejos das mulheres de carne e osso. É dessa distinção que Carrie Lukas fala neste livro.

 

Dica Numero 2 de Livro Antifeministas:

Tolos, fraudes e militantes

Roger Scruton

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É um livro bastante extenso, de leitura nem sempre fácil aos que não estão familiarizados com temas de filosofia e sociologia.

Scruton é um filósofo conhecidíssimo por mapear e dogmatizar o pensamento conservador, dando-lhe profunda sistematicidade, sendo que escreve sobretudo nas áreas de política, ética, estética e religião. Nesta obra, porém, o autor busca analisar o pensamento da “nova esquerda”, sendo inegável a verve crítica que o próprio título já denota. Destrincha como cada um dos que vão analisados (os capítulos são referentes a autores específicos, tratando de sua obra, seus “nonsenses” e, em muitos casos, sua canalhice militante) é servil ao projeto revolucionário de mudar a sociedade, desde suas rusgas com o capitalismo e seus sensos de moralidade, até a simpatia declarada a regimes totalitários, uns mais, outros menos, desde que os regimes fossem esquerdistas e alegadamente “críticos”. Hobsbawn, Dworkin, Sartre, Lacan, Foucault, Badiou, Habermas, Marcuse e Zizek são alguns dos que são retratados; Scruton é bastante habilidoso em fazer uma síntese e em expor a crítica, muitas vezes com dados sobre a personalidade dos autores esquerdistas, mas não é uma obra a partir da qual se pode conhecer de fato o pensamento de cada um dos autores analisados, senão o que seriam seus erros, afetações e até perversões. Ao final do livro vai um capítulo bastante “saboroso”, em que Scruton posiciona o que seria a “direita” nas correntes do pensamento, ajudando a entendermos – com clarividência – onde está a razão na política.

Um livro interessante, merece 5/5 com gusto

 

Dica Numero 3 de Livros Antifeministas:

O Livro Negro da Nova Esquerda

Nicolás Márquez e Agustín Laje

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Abortismo, indigenismo, ideologia de gênero, legalização das drogas, ecologismo, feminismo radical… Entenda o que está por trás dessas agendas! Best-seller em toda a América Latina, escrito pelos argentinos Nicolás Márquez e Agustín Laje, questiona os “dogmas” do progressismo revolucionário. Um estudo vastamente documentado, com 112 obras citadas, em 609 notas de rodapé.

Um olhar abrangente acerca da mutação e adaptação da nova esquerda na busca pela consolidação no poder usando, como artifício, todos os ardis na manipulação das instituições e dos desavisados dos quais lança mão sistematicamente como exército voluntário na guerra cultural pelo poder.

Neste livro você vai aprender:
Como a esquerda se reinventou após a queda do muro de Berlim e o fim da União Soviética;
O que é o Socialismo do Século XXI, alardeado por Hugo Chávez;
Porque a ideologia de gênero vai destruir a sua família;
Como Antonio Gramsci, a Escola de Frankfurt e Ernesto Laclau moldaram a estratégia atual do Movimento Comunista;
Como o feminismo radical iniciou uma guerra entre homens e mulheres;
Como o Foro de São Paulo espalhou regimes esquerdistas pela América Latina;

 

Dica Numero 4 de Livros Antifeministas:

Feminismo: Perversão e Subversão

Ana Caroline Campagnolo

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Neste livro, a historiadora e professora Ana Caroline Campagnolo revê a trajetória do feminismo, confrontando as alegadas motivações e supostas conquistas do movimento com suas reais conseqüências na história cultural do Ocidente e, em especial, do Brasil.

Em vez de adotar a periodização consagrada que divide a história do feminismo em três “ondas”, Campagnolo identifica cinco fases que marcaram o desenrolar desse movimento de traços ideológicos. Essas etapas remontam ao século XV e se estendem até os nossos dias, “em que se vê ameaçada a civilização que nossos antepassados levantaram a peso e ouro e esforço de sangue”.

Ana Caroline Campagnolo é professora de história e recém eleita deputada estadual.

Uma análise histórica, muito bem cuidada, com diversas citações. Pelo viés filosófico, político e psicológico.
Desmonta o discurso vitimista e aponta como o feminismo virou apenas um braço da esquerda para a tomada do poder de forma irrestrita e inquestionável.

 

Dica Numero 5 de Livros Antifeministas:

Contra o aborto

Francisco Razzo

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Neste ensaio Contra o aborto, Francisco Razzo sustenta a teoria de que, atualmente, o que se promove como “debate” é, na realidade, propaganda em defesa da prática. O autor procura mostrar como o suposto debate se impõe de cima para baixo por mentalidades que carregam forte componente eugênico, presentes, primeiro, em organizações internacionais e, segundo, em uma complexa rede de influência formada por grupos engajados em vários níveis de atuação e com amplo respaldo de intelectuais, acadêmicos, filósofos, jornalistas, juristas, médicos e até teólogos. Ao trazer uma análise da questão sob uma perspectiva filosófica e se concentrar em dialogar de maneira argumentativa com o leitor, esta se torna uma obra indispensável tanto para aqueles que são contra quanto para os que são a favor da prática.

O autor narra como atuam órgãos governamentais, ONGs e instituições internacionais (ONU) na promoção do aborto, que partem em duas frentes: desumanização do nascituro (taxando-o como um amontado de células, como um não humano, como um componente muitas vezes indesejado etc) e humanizando o assassinato do ser humano a nascer (imprimindo que isso é um direito sexual das mulheres, que a gravidez é uma tortura, que a mulher é totalmente livre para fazer o que quiser de seu corpo (sem se atentar que o nascituro não faz parte do corpo da mulher, mas ali está sendo gerado por critérios naturalísticos), dentre outros argumentos.

 

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