Hyundai quer resolver crise dos semicondutores “dentro de casa”; entenda

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A crise de abastecimento de semicondutores e demais componentes utilizados na indústria eletrônica e no setor automotivo segue atrapalhando a vida das montadoras. Para não ficar refém de uma situação que não tem data para acabar, a Hyundai quer resolver o problema “dentro de casa”. E o que isso significa?

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José Munoz, diretor operacional global da empresa sul-coreana, resumiu em poucas palavras o plano da montadora: “Queremos ser capazes de desenvolver nossos próprios chips dentro do grupo, pois assim seremos um pouco menos dependentes em uma situação potencial como esta. Isso exige muito investimento e tempo, mas é algo em que estamos trabalhando”.

O executivo citou os meses de agosto e setembro como os mais difíceis para a empresa, mas disse acreditar que “o pior já passou”. Segundo dados divulgados pelo site asiático Mint, houve uma retração de 23,6% nas vendas da Hyundai no último mês em relação a setembro de 2020. Foram 45.791 veículos vendidos, contra 59.913 no mesmo mês do ano passado.


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A receita de produzir os próprios semicondutores para escapar da crise global passa pelo trabalho em conjunto com a Hyundai Mobis, braço da empresa responsável pela fabricação de peças. E o caminho até chegar ao ponto desejado não será fácil. Pelo menos essa é a opinião de Bob Leigh, diretor sênior de desenvolvimento de mercado de mercados comerciais da Real-Time Innovations, especializada em software.

Em entrevista ao TechCrunch, Leigh citou que montadoras como Hyundai, Tesla e General Motors podem investir pesado na fabricação dos próprios semicondutores, mas não têm experiência no ramo e, portanto, podem não alcançar o resultado esperado: “É mais provável que adquiram ou façam parceria com as empresas que podem garantir o fornecimento”.

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Aposta nos EUA

Independentemente da crise dos semicondutores e de fabricar ou não os próprios chips em um futuro próximo, fato é que a Hyundai já decretou que quer expandir sua fatia de mercado em um país específico: os Estados Unidos. Segundo José Munoz, a ideia é expandir a fábrica da empresa no Alabama e começar a produzir carros elétricos para o mercado local em 2022.

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Segundo ele, no entanto, o governo de Joe Biden precisa estender os incentivos fiscais de crédito para fábricas não-sindicalizadas. Além da Hyundai, também encontram-se nesse pacote Tesla, Toyota e Rivian. “Os trabalhadores americanos são iguais, e gostaríamos que isso fosse igual para todos”, concluiu.

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