MP Eleitoral afirma que parou de cassar chapa Bolsonaro-Mourão por falta de provas

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O presidente Jair Bolsonaro (à esquerda) e vice Hamilton Mourão Isac Nóbrega/PR

O Ministério Público Eleitoral, afirmou em uma petição de 55 páginas que devem ser julgadas improcedentes as ações de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão no TSE e também declarou que não tem evidências.

Não se tem evidenciado que o conteúdo daquelas investigações induza a que se passe a referendar a tese dos representantes sobre a contratação de empresas especializadas em marketing digital para efetuar disparos em massa nas eleições presenciais de 2018. A esse propósito, convém ressaltar que nenhuma das linhas investigatórias prosseguidas nas investigações que correm no STF apresenta vetor de convergência com a causa de pedir delineada na presente demanda.

vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet

E acresentou:

A atuação de agentes públicos não identificados, vinculados à Secom, para distribuir recursos públicos para canais de comunicação que disseminam ou reproduzem desinformação, além de voltado a apurar atos antidemocráticos, não se refere à eleição de 2018 e se concentra em acontecimentos relativos a período posterior ao pleito, abarcando lapso temporal compreendido entre 2019 até junho de 2020.

Paulo Gonet

Essas duas ações foram apresentadas pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/Pros) e pediam a cassação da chapa presidencial eleita em 2018 por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

O MP Eleitoral observou a situação e alegou que não existe ilícitos da conduta descrita pelo PT nas ações, que acusam a chapa de Jair Bolsonaro de abuso de poder econômico.

Leia a íntegra abaixo:

 

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