Síndrome de Havana na Embaixada dos EUA na Colômbia

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Autoridades dos Estados Unidos investigam eventuais casos da síndrome de Havana na embaixada em Bogotá, na Colômbia.

Os registros acontecem dias antes da visita do secretário de Estado, Antony Blinken, à Colômbia.

Mais de uma dúzia de funcionários da embaixada apresentam sintomas semelhantes aos da síndrome de Havana:

Vertigens súbitas;Náuseas;Dores de cabeça e no pescoço;Falta de concentração.

Alguns norte-americanos tiveram de ser retirados da Colômbia, incluindo uma família com um menor, afirmou uma fonte do Departamento de Estado à emissora CNN.

Os norte-americanos afetados pela doença, a maioria funcionários da CIA, descrevem um som intenso e doloroso nos ouvidos.

Alguns, dos cerca de 200, ficaram com tonturas e fadiga durante meses.

O presidente colombiano, Iván Duque, afirmou ao jornal New York Times que o seu país investiga a situação, frisando que os EUA coordenam o inquérito.

Na última sexta-feira (8), foram também registrados casos da síndrome de Havana na embaixada norte-americana em Berlim, capital da Alemanha.

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