Smartcoins e criptomoedas têm potencial para valorizar 400 vezes, diz analista

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Você já ouviu falar em smartcoins? O termo, que em inglês significa “moedas inteligentes”, refere-se a uma das oito classes tradicionais de criptoativos, junto das sete categorias a seguir:

Criptomoedas; Stablecoins; Finanças Descentralizadas (DeFi); Tokens de Exchanges; Web3; NFTs; Ativos de privacidade

Todos esses criptoativos possuem características em comum, como a descentralização e o registro em plataformas como a blockchain, mas cada um apresenta utilidades específicas – e é nessas funções que está concentrado todo o seu potencial de valorização.

As smartcoins são os criptoativos vinculados diretamente às plataformas de contratos inteligentes. O melhor exemplo é a rede do Ethereum, que permite a execução de diversas aplicações em sua blockchain, entre elas esse tipo de contrato.


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Os contratos inteligentes são protocolos digitais que permitem que acordos tradicionais sejam firmados no meio digital. Isso não quer dizer que eles sejam apenas uma maneira mais “moderninha” de celebrar um contrato assinado em papel, como acontece com as assinaturas eletrônicas.

Na realidade, os smart contracts apresentam três características que já estão revolucionando a realização de tratos entre partes:

Impossibilidade de adulteração: registrados na blockchain, os contratos não podem ser modificados; Não estão sujeitos a erros interpretativos: celebrados em linguagem digital, eles não carecem de uma avaliação por autoridades judiciais; São auto executáveis: o próprio protocolo trata de realizar as ações e sanções cabíveis ao contrato, o que inviabiliza descumprimentos e disputas diante do trato.

No momento, esse tipo de contrato é utilizado, principalmente, no mercado financeiro, especialmente em transações de câmbio, leilões e criptomoedas. Áreas de vendas e também de recursos humanos também já olham com carinho para os protocolos: o Facebook, por exemplo, tem usado smart contracts ao empregar novos funcionários.

Esta lista de smartcoins pode transformar R$ 5 mil em R$ 2 milhões

André Franco, eleito pela Coin Telegraph um dos analistas de criptomoedas mais influentes do Brasil, está fazendo um barulho danado na internet com sua nova proposta de investimento em smartcoins.

Franco acredita piamente que qualquer pessoa poderá conquistar uma fortuna de R$ 2 milhões investindo R$ 5 mil em uma lista de criptoativos selecionada a dedo pelo especialista. Tanto que ele está de malas prontas para a Europa para se encontrar com os criadores dessas smartcoins antes de recomendá-las.

A viagem está prevista para a próxima semana e a reunião de pré-embarque com os interessados em saber mais sobre a lista de smartcoins acontece no dia 25, às 19h, quando a primeira criptomoeda já será revelada. Para participar de maneira online e gratuita, basta deixar seu e-mail no link:

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É realmente possível ganhar tanto dinheiro com smartcoins?

Transformar R$ 5 mil em R$ 2 milhões implica em uma valorização de 400 vezes, resultado espetacular para qualquer investidor, independentemente de seu mercado de atuação. Essas supervalorizações, embora incomuns, podem acontecer quando um ativo reúne duas características principais:

Assimetria de lucros: o valor de capitalização ainda é pequeno; portanto, o capital em risco do investidor é mínimo perto dos ganhos com uma eventual explosão; Potencial disruptivo: o ativo apresenta fundamentos capazes de gerar muito valor em determinado nicho, o que aumenta suas chances de ganhos exponenciais.

Veja a seguir excelentes exemplos de ativos que reuniam essas duas condições e produziram muitos milionários no Brasil e no mundo nos últimos anos:

Magazine Luiza (MGLU3) e Amazon

Uma das queridinhas da bolsa de valores (B3) na atualidade, a ação do Magazine Luiza já esteve longe de ser prioridade dos investidores. Em dezembro de 2015, por exemplo, MGLU3 era negociada a míseros R$ 0,03. Após uma reestruturação e consolidação como uma gigante do varejo digital, a ação da companhia chegou ao ápice de R$ 27,34 em novembro de 2020. Isso representa uma valorização de mais de 91.000% em menos de cinco anos, ou seja, o dinheiro do investidor se multiplicou em mais de 900 vezes no período.

Outro exemplo de supervalorização corresponde às gigantes tecnológicas americanas. Cotadas na década de 1990, essas empresas viram seu valor de mercado explodir com a transformação global promovida pela internet. A Amazon simboliza muito bem esse movimento. Lá em 1997, quando ninguém sabia o potencial da internet, a ação da companhia era negociada por US$ 1,73. Hoje, sem considerar a inflação, o papel vale US$ 3.446, uma multiplicação de quase 2 mil vezes. Quem tivesse colocado, hipoteticamente, US$ 2.500 em AMZN, teria hoje quase US$ 5 milhões.

Cotadas em valores ínfimos, as ações possuíam assimetria de lucros (potencial de perda muito pequeno perto dos eventuais lucros, apresentavam características disruptivas, já que alavancaram o e-commerce e os marketplaces digitais no Brasil  e no mundo e ainda tinham sólidos fundamentos sobre esse modelo de negócio.

Bitcoin

O Bitcoin, apesar de já não ser uma oportunidade para novos ganhos exponenciais, é um excelente parâmetro para ter noção do potencial “galáctico” das criptomoedas. Segundo o portal Investing, a moeda digital era vendida, em março de 2012, abaixo de US$ 5. Hoje, apesar das flutuações deste ano, o preço é superior a US$ 60 mil, ou seja, mais de 10 mil vezes maior. Isso sem considerar os valores anteriores a 2012, não contabilizados pelo site, quando o Bitcoin chegou a ser dado de graça e, especula-se, foi usado, em sua primeira compra, para adquirir uma pizza.

A maior criptomoeda do mundo, antes de explodir, também reunia as duas condições: valia muito pouco e tinha potencial de ganho maior do que o de perda; trouxe uma revolução para o sistema financeiro mundial; e tinha fortes fundamentos que a sustentavam, como a descentralização e a segurança dos registros na blockchain.

Por que as smartcoins podem ser a nova classe de criptomoedas a explodir

Na visão de André Franco, as smartcoins reúnem hoje as duas características básicas que antecedem uma potencial explosão de lucros.

Em primeiro lugar, elas são negociadas hoje a valores irrisórios se comparadas aos colossos do universo cripto, como o Bitcoin. Se um bitcoin hoje vale mais de US$ 60 mil, imagine o enorme ganho de capitalização necessário para ele dobrar de valor, por exemplo? Não que ele tenha deixado de ser um bom investimento, mas a possibilidade de ficar milionário no curto prazo praticamente já não existe.

No caso das smartcoins, cotadas em centavos, esse movimento de ganho ainda está começando. É como se você tivesse uma nova oportunidade de comprar Bitcoin 10 anos atrás.

Outro ponto interessante é o potencial disruptivo dessa tecnologia. As smartcoins, mais do que uma criptomoeda, permitem a execução de serviços em seu protocolo, com destaque para a elaboração de contratos digitais. O sistema da Ethereum já faz isso hoje, mas de forma mais cara e menos eficiente.

Esse potencial de elaborar contratos que podem ser usados em todo o mundo e verificados digitalmente é um claro fundamento sólido para apostar uma pequena parte do patrimônio nesses protocolos, que podem em breve estar difundidos para qualquer tipo de acordo em todo o mundo.

Franco entregou 24.746% com AXS neste ano; agora ele te dá uma nova chance

Caso sua estratégia de lucros exponenciais com smartcoins se prove eficaz, não seria a primeira vez que André Franco dá um call certeiro, capaz de mudar o patamar financeiro de seus leitores com criptomoedas.

Sua carteira Exponential Coins, criada em 2017, já rendeu 2.219% até este mês de outubro, isso considerando também todas as perdas e ativos mais consolidados, que já não têm o mesmo potencial de valorização.

Agora, quando pensamos em criptomoedas alternativas, ainda não tão consolidadas, os lucros entregues por André Franco são espetaculares. Para dar um exemplo, o token AXS, relacionado ao universo de jogos NFT, subiu 24.746% desde a recomendação, no início deste ano.

Isso significa que, para o investidor se tornar milionário em menos de 12 meses, bastava um aporte de pouco mais de R$ 4 mil. Mas mesmo aquele que colocou um valor menos expressivo, R$ 100, por exemplo, na tese do AXS, hoje tem mais de R$ 23 mil.

Mas quais são as criptomoedas que podem gerar RS 2 milhões?

Para saber como ter acesso às smartcoins, é preciso inscrever-se gratuitamente no evento online de pré-embarque que será realizado pelo André no próximo dia 25, às 19h (acesse neste link). Contudo, a recomendação é a de que o investidor se inscreva o quanto antes, por duas razões:

Ele poderá receber materiais preliminares e ficar por dentro de tudo sobre as smartcoins; Como as vagas são limitadas, os lugares para o evento podem se esgotar até o dia do pré-embarque.

A primeira smartcoin já será aberta para o público no dia 25 mesmo. As outras serão reveladas conforme o André se reúne com os criadores das criptomoedas e faça suas sabatinas sobre os fundamentos dos ativos.

Não perca tempo: clique no link abaixo e libere seu acesso ao evento gratuito e à primeira criptomoeda da lista de smartcoins, a grande aposta de André Franco para o momento.

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Leia a matéria no Canaltech.

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